9.6.08

.os outros ... são os outros.

Eu vivo com essa sensação de abandono, de falta, de pouco, de metade. Mas nada disso é novidade.
Porque sempre houveram outros ...
Teve o outro que dizia me amar, mas era covarde o suficiente para tentar, o outro que diz que não vai me decepcionar de novo, mas não sei porque não consigo acreditar, e o outro que continua indo embora para sempre, porque na verdade ele nunca foi embora pra sempre, pelo menos até mês passado.
Eu percebi que não sei deixar ninguém partir, eu não sei escolher, excluir, deletar. São as pessoas que resolvem me deixar, talvez seja melhor assim, adoro não ser responsável por absolutamente nada, odeio o peso que uma despedida eterna causa em mim. Nada é eterno. E eu não quero brincar de Deus.

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