7.9.12

.das crônicas que escrevi numa balada de quinta-feira

E mais uma vez deitei e chorei. Chorei pela honestidade do dia. Por todo sentimento confuso, dito e pensado. Eu nunca mais esquecerei nenhuma das palavras. Eu ainda acho que atraso sua vida. E também acho que, mais cedo ou mais tarde, independente d'eu estar ou não na sua cama, você descobrirá o mesmo. E é aí meu amigo que entra a minha dor, o meu choro, o meu medo à 3 da manhã, em plena balada de uma quinta-feira. 

Um comentário:

Vi disse...

Ai essas dores que atravessam horas e nos fazem sangrar nas mais funestas! Sei bem como é se achar o atraso ou a perturbação do objeto amado.
Belos textos os teus! Já estou seguindo e linkando ao meu blog.

Vi,
www.bardodataverna.blogspot.com