4.10.12

.das certezas do tempo.

O tempo é curto, passa fácil pelas mãos e olhos... Escorrega. E de repente tudo se perde, se entrega.
Um abraço mal dado, um beijo sem desejo. Um filme com the end corrido.
Todo mundo quer tanto, mas não há tempo que espere, que aguarde.
A gente quer mudar, quer fazer... Tentar esquecer, mas não dá, não adianta.
Certas atitudes balançam, marcam, ficam... E não tem como evitar.
É como se tivéssemos trocado o tempo pela comodidade. Ninguém mais vai lá e te pega de surpresa. Um beijo roubado, uma pegada diferente, aquela puxada de cabelo... Aquela palavra. AQUELA.
Isso precisa voltar, sabe? Foda-se a importância do tempo. Vamos fazer o nosso próprio. Com as nossas vontades. Na raça, mãos na massa! Tem que transformar o barulho e voltar a suar. E a saliva tirar o lugar do pó. Revolução dentro de nós, pulsando.

Um comentário:

Vi disse...

Concordo contigo! Temos de voltar a tudo isso. Nos ilude a ideia de que somos reféns do tempo. Ele é só um aviso. Somos nós a dinâmica da vida. Enquanto olhamos, estáticos, a revolução extraordinária dos ponteiros do relógio, a vida - que deveria ser trânsito - se converte a transeunte.
Escrevi há pouco sobre o tempo. Clique aqui para dar uma olhadela.
Beijo!

Vi
www.bardodataverna.blogspot.com.br